Do simples ao refinado: reservado, de reserva e gran reserva

Diferentes dos enófilos, enólogos e sommeliers, há muita gente que se interessa por vinhos, mas ainda não sabem tantos detalhes sobre os termos e classificações utilizados neste universo. Principalmente na leitura dos rótulos, quando encontramos os termos: Vinho Reservado, Reserva e Gran Reserva.

Logo em breve falaremos especificamente de cada país, mas hoje, vamos aprender o significado desses termos de modo geral. Começando pelo reservado, que é a elaboração mais simples, onde não passam por nenhum tipo de procedimento especial, as deixando com um sabor jovem e frutado.

Pela simplicidade na produção, seu preço costuma ser mais acessível. Um bom exemplo é o  Chardonney.

Os vinhos de reserva são elaborados com complexibilidade mediana. Suas uvas são bem selecionadas e passam por tratamento em barris de madeira durante meses ou até anos. A intensidade de seu sabor, longevidade e taninos aumentam no seu envelhecimento dentro da própria garrafa.

Todo o processo influência no custo da produção do vinho, aumentando o seu valor. Um bom vinho de reserva é o Nero D’Avola.

Por fim, o gran reserva, normalmente são produzidos das melhores uvas. Permanecem um longo período nas barricas de madeira, podendo envelhecer de 10 a 18 anos. Se destacam por ser um vinho de excelente qualidade.

Logo, seu valor é muito alto, pela qualidade das frutas e a trajetória de sua produção. Embora seu custo seja alto, vale a pena saboreá-los. O Chianti “Maggiano” é um ótimo exemplo.

Pronto! Agora já está mais fácil entender um pouquinho o rótulo de cada vinho. A cada descoberta você estará mais perto de se tornar especialista e um bom entendedor de vinhos. Até a próxima!

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