Itália: um lugar para quem é louco por vinhos!

Quando comecei os estudos sobre os vinhos italianos, não imaginava quanto tempo ainda vou percorrer para compreender suas complexidades, a variedade de uvas e a influência das regiões no produto final. A Itália é responsável pela produção de mais de 350 uvas nativas crescendo ao longo das 20 regiões vinícolas.

Selecionamos 5 variedades que você precisa conhecer:

Sangiovese

Uma das uvas mais plantadas no país, conhecida por fazer Chianti, um vinho toscano que leva o nome da região em que é produzido. É famosa por sabores de frutas vermelhas em vinhos médios a encorpados, contém muita acidez.

Não podemos deixar de citar o vinho Brunello di Montalcino, um vinho feito apenas com as uvas Sangiovese que ganhou a primeira designação DOCG italiana, a classificação de vinhos mais alta do país.

Este vinho é envelhecido por cinco anos ou mais, por um tom mais escuro e notas ricas de couro, café expresso e ervas em camadas sobre frutas doces. Indicamos provar o Tenute Silvio Nardi Brunello Di Montalcino, intenso e encorpado de maturação por 30 meses em carvalho francês e eslavo. Quando abrir, nos convida para brindar?

Barbera

O tipo de uva mais plantado na região noroeste da Itália, conhecida como Piemonte. A uva é escura, costuma resultar em um vinho superior com baixo teor de tanino, maior acidez nas duas DOCG`s de alto nível (Barbera d’Asti e Barbera del Monferrato Superiore). Levam um sabor de cereja e carvalho, muito harmônico.

Lembrando também da importância do Barbera d’Alba, da cidade de Alba, um vinho DOC da mesma região, tende a ser mais brilhante, maduro e com sabor de frutas robustas.

Nebbiolo

Ainda na região de Piemonte, a mais prestigiada das uvas sem dúvida é a Nebbiolo. Tornando-se um vinho delicadíssimo, cores mais claras, deixando os fãs de Pinot Noir malucos! Há mais tanino e tons florais em sua juventude, mas com o seu amadurecimento, ganha uma ampla gama de sabores.

Trazendo os gostos da framboesa, ameixa, café e trufas. Parece complexo? Pois é, tudo isso e mais um pouco. Nebbiolo é mais conhecido por fazer Barbaresco e Barolo, dois vinhos do Piemonte que podem cheirar de uma só vez como rosas e defumado (próximo de carvão).

“A principal diferença entre os dois, no entanto, está no solo, que é mais rico em nutrientes em Barbaresco do que em Barolo. Assim, Barolo é geralmente muito mais tânico do que Barbaresco, o que contribui para um vinho ainda mais ágil”.

Primitivo

A uva preta que nasce na região de Puglia, muito robusta, usada para fazer vinhos tintos com alto teor alcoólico, tende a ter sabores de blueberries, figos e cerejas. Uma curiosidade: essa uva é cultivada em cerca de 10 % dos vinhedos na Califórnia. Normalmente resultam em vinhos bem equilibrados, que combinam com carnes e são encontrados por preços super acessíveis – e o melhor, de boa qualidade.

Nós recomendamos este aqui! 

Montepulciano

Uvas cultivadas na pequena cidade da toscana: Montepulciano, produzidas na região de Abruzzo. Resulta em vinhos rústicos, coloridos e encorpados. Os sabores mais presentes são de pimenta preta com taninos elevados.

“Este não é um vinho de pizza barato – mas com um equilíbrio de classe e acessibilidade, é certamente a maneira perfeita de finalizar uma degustação de vinhos italiana”.

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